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Pioneira em Qlikview no Brasil, a Target Soluções Integradas participou do Qonnections 2012. É a quarta vez que a empresa marca presença no evento, que está em sua sétima edição. Promovido pela Qlicktech, o Qonnections é o maior encontro mundial de parceiros Qlikview. Este ano ocorreu em Miami Beach no Fontainebleau Hotel, entre os dias 22 a 25 de Abril, e contou com mais de 900 Qlikview partners de todas as partes do mundo.

A Target, sempre buscando o aperfeiçoamento na área de estratégia e tecnologia, traz desse evento muito conhecimento e novas oportunidades para compartilhar com seus clientes e parceiros, como os conceitos de Business Discovery, mobilidade e as novas tendências do BI. Hoje a Target é a Qlikview  Partner brasileira com o maior número de participações no Qonnections (2008, 2010, 2011 e 2012), sinalizando sua posição de constante atualização, trazendo em primeira mão as novidades e melhores práticas em projetos Qlikview para o mercado de BI.

A participação no Qonnections 2012 mostrou mais uma vez o envolvimento da Target com o Qlikview e o compromisso de levar aos seus clientes as melhores soluções em tecnologia para seus negócios.

Quadrante mágico para plataformas de BI coloca a Qliktech entre os líderes

Em 2011, usuários corporativos continuaram exercendo influência significativa sobre as decisões de BI, muitas vezes escolhendo produtos de Data Discovery como alternativa às tradicionais ferramentas de BI. Uma avalanche de novos casos de uso, tipos de conteúdo e modelos de interação ampliam as possibilidades dessas plataformas no futuro.

Plataformas de Business intelligence (BI) permitem a todos os tipos de usuários criar aplicativos que ajudem as organizações a aprender e a entender o seu negócio. O Gartner define uma plataforma de BI como uma plataforma de software que fornece 14 capacidades organizadas em três categorias: a integração de entrega, informação e análise. Entrega de informação é o foco central da maioria dos projetos de BI hoje, mas estamos vendo um interesse crescente em implementações de análise para descobrir novas idéias; e na integração para implementar essas idéias.

Confira o relatório Gartner completo no link abaixo:

http://www.gartner.com/technology/reprints.do?id=1-1982NPD&ct=120208&st=sb

A QlikTech, fabrincante do Qlikview merece estar na lista de empresas a serem acompanhadas em 2012, porque continua crescendo entre os principais players do mercado de BI.

A oferta da empresa gira em torno da análise de dados em memória associativa o que tem construído caminhos para formas mais fáceis e rápidas de consultas, realização de cálculos e encontro de padrões visuais e relações entre os dados. Hoje, cerca de 22.000 organizações em mais de 100 países utilizam a plataforma de Business Discovery do QlikView. A empresa recentemente lançou o QlikView 11, que inclui novos recursos para a tomada de decisão colaborativa, BI móvel e extensões para a plataforma, que fomentam um importante desafio para a empresa construir e continuar sustentando seu crescimento de mercado. ”

Confira o vídeo da entrevista de Lars Björk (CEO da QlikTech) para a Fox Business News. O que você vai ver é como Lars surpreende durante a entrevista, enquanto outros CEOs recusam entrevistas com medo de perguntas difíceis, Lars com calma e confiança conduz e tranquiliza os investidores em relação a perspectiva global dos negócios.

Link: Boosting Business with Data Analysis

Fonte: Fox Business

Graças ao modelo de cloud computing, pela primeira vez na história, pequenas e médias empresas (PMEs) têm a possibilidade de comprar recursos sofisticados de TI.

Desde que o assunto computação em nuvem começou a ganhar força no mercado, consultores e analistas apontam que a economia de custos e a flexibilidade de comprar software e hardware de acordo com demandas sazonais são os grandes segredos do sucesso desse conceito, que deve movimentar 148,8 bilhões de dólares no mundo até 2014, segundo estimativas do instituto de pesquisas Gartner.

No entanto, o que se vê na prática é que esse modelo tem impulsionado uma verdadeira revolução silenciosa no cenário empresarial, ao permitir que finalmente as PMEs acessem recursos de Tecnologia da Informação (TI), os quais, até então, estavam restritos apenas às grandes corporações.

A fórmula por trás do cloud computing, que justifica esse sucesso entre as PMEs, é bem mais simples do que a própria definição da tecnologia: trata-se de uma tecnologia que permite oferecer soluções extremamente sofisticadas, mas com custo mensal que cabe no bolso do pequeno e médio empresário. Em outras palavras, em vez de fazer um investimento inicial para instalação de software, hardware e manutenção dos recursos, as empresas que utilizam essa modalidade podem pagar taxa mensal. Com isso, os projetos tradicionais de TI que custariam milhões – e, portanto, inviáveis –, quando fornecidos na nuvem podem transformar-se em um investimento mensal de dezenas ou centenas de reais.

O movimento é parecido com o que ocorreu no mercado de varejo e no qual as contas parceladas viraram o grande segredo do sucesso das vendas nas classes C e D no Brasil. No setor de TI, cloud computing trouxe a possibilidade de empresas pequenas e médias terem acesso a produtos antes inimagináveis, se pagos à vista. A diferença para o modelo varejista, contudo, está no fato de que no modelo de computação em nuvem, o usuário não paga os altos juros embutidos nas transações do varejo. Pelo contrário, cloud proporciona uma economia entre 40% e 50% , em 36 meses, se comparado à aquisição tradicional de software, hardware e serviços.

Mais do que nunca, a definição de que a tecnologia aproxima e iguala as empresas se aplica a esse momento do mercado de cloud computing. A nuvem tem criado as bases para uma verdadeira democratização tecnológica para as companhias de pequeno e médio portes, que representam cerca de 97% de todas as corporações instaladas no Brasil e, portanto, são importante motor da economia brasileira.

Fonte:  Computerworld


Para o QlikView 11 foram feitos investimentos em cinco áreas temáticas:

Descoberta de negócios sociais.
Na visão do futuro da QlikTech do Business Discovery, a experiência social e colaborativa é frontal e central. Usando conceitos do consumo, o Social Business Discovery permite aos usuários colaborar e gerar múltiplas soluções. Os usuários colaboram na criação de aplicativos analíticos e pode definir e responder questões sobre seus negócios. Eles se comunicam uns com os outros em tempo real e de forma assíncrona para explorar dados de forma colaborativa, criar caminhos para o entendimento e chegar à suas decisões.

Análise comparativa.
Uma das principais singularidade do QlikView é o seu motor associativo. QlikView 11 leva a nossa análise associativa para um novo nível. Usuários podem rapidamente comparar e interagir com múltiplos pontos de vista diferentes ou estados de seleção dos dados. Isso dá aos usuários novas maneiras de detectar tendências ou diferenças.

Mobile Business Discovery.
QlikView em celular disbonibiliza a essência do Business Discovery e todo o poder do QlikView para o dispositivo móvel, incluindo a experiência associativa, análise interativa, o acesso a dados dinâmicos e pesquisa. Mobile Business Discovery permite aos usuários tomar decisões “on location” – as pessoas podem tirar vantagem de estar em um lugar especial em um momento particular.

Plataforma de aplicativos de análise rápida.
Com o Business Discovery não há “fim” de usuários. Em vez disso, cada usuário é o começo de algo. Uma plataforma de aplicativos de análise rápida ajuda os usuários a contribuírem para a criação da análise de forma rápida e simples, sem a necessidade de envolvimento extensivo de TI. QlikView 11 inclui recursos novos e aprimorados que atendam às necessidades dos profissionais de TI e desenvolvedores terceirizados – oferecendo extensibilidade e desenvolvimento de aplicações melhorada.

Plataforma Empresarial.
Enquanto as plataformas Business Discovery levam benefícios ao negócio do usuário – como visão ampla do negócio, mobilidade e uma experiência social e colaborativa – elas não podem parar por aí. As plataformas Business Discovery também atendem aos requisitos de TI para os mecanismos de segurança, como proteger dados sensíveis, a capacidade de processamento de grandes volumes de dados rapidamente e avançadas ferramentas “easy-to-use” de administração. QlikView 11 é embalado com recursos novos e melhorados para otimizar o desempenho de grandes implantações e torná-los mais fáceis para profissionais de TI protegê-los e administrá-los.

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Um dos grandes diferenciais do Business Discovery é o caminho de adoção dos clientes.

Normalmente, com a plataforma QlikView Business Discovery:

Tudo começa com a edição de pessoal.
A adoção ao QlikView começa desta maneira: uma pessoa de negócios – por exemplo, um profissional de marketing, gerente de cadeia de fornecimento ou membro da equipe de administração do hospital – baixa a versão completa do QlikView Desktop gratuitamente. Esta edição permite ao usuário fazer tudo que eles podereiam fazer com a versão paga – exceto compartilhar aplicativos com outros usuários do QlikView.

O novo usuário percebe o valor imediatamente.
Rapidamente, o novo usuário QlikView é capaz de extrair dados de várias fontes e imediatamente começar a explorá-lo – às vezes vendo as associações nos dados pela primeira vez. O usuário resolve um problema de negócios ou toma uma decisão utilizando as percepções coletadas da QlikView. Ele mostra a solução para os colegas, que também baixam e instalam a edição pessoal do QlikView. Então, para que eles possam começar a compartilhar aplicativos que eles criaram, o grupo de trabalho ou equipe adquire algumas licenças do QlikView Desktop.

Um grupo de trabalho ou a equipe expande a sua implantação.
Em apenas alguns dias ou semanas, QlikView resolve o problema um grupo de trabalho – talvez um problema que teria levado meses ou anos para resolver com BI tradicional. Às vezes, o BI tradicional não foi capaz de oferecer uma solução efetiva que as pessoas podessem realmente usar. Normalmente, os usuários QlikView ficam empolgados com o seu rápido sucesso no uso da plataforma.

Como mais departamentos adotam, o TI sustenta uma implantação corporativa.
Uma vez que o departamento é bem sucedido na abordagem de problemas de negócios múltiplos, outros departamentos tomam conhecimento. Mais defensores do QlikView surgem e QlikView começa a se espalhar entre os departamentos. Ao longo do caminho, o pessoal de TI sênior e membros da equipe executiva tomam conhecimento dos ganhos de produtividade. Com uma seqüência de sucesso o QlikView é adotado em toda a empresa.

O mesmo app do Business Discovery que começou a vida com a experimentação de uma pessoa que baixou a edição pessoal do QlikView evoluiu para um aplicativo empresarial implantado no servidor e disponibilizado a milhares de usuários com acesso a múltiplos dispositivos. O papel organizacional do TI em uma empresa é a implantação do QlikView para reunir dados, fornecer dados relevantes, permitir autonomia em BI e garantir a segurança e escalabilidade. Profissionais de TI não são mais encarregados de criar modelos de dados, construir camadas de massa semântica, criar consultas e relatórios.

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Muitas das iniciativas de BI falham porque as empresas adquirem, implementam ou utilizam a tecnologia sem compreenderem a articulação dos três níveis de BI: estratégico, analítico e operacional

Todas as facetas do BI são importantes e têm um papel crucial na estratégia geral de uma empresa. No entanto, são poucas as organizações que compreendem bem a forma como estas várias ferramentas devem ser utilizadas no conjunto para se tornarem totalmente eficazes e eficientes. Por este fato, muitas vezes a ferramenta de BI não é otimizada e o seu nível de rentabilidade fica aquém da sua produtividade máxima.

O BI é utilizado em três diferentes formas distintas: estratégica, analítica e operacional. Estes três níveis de Business Intelligence são intrinsecamente diferentes, mas não se excluem mutuamente e não são independentes, devendo estar diretamente interligados e trabalhar de forma integrada. Mas como se relacionam entre si estes níveis? Podemos dizer que atuam em ciclo: a análise estratégica dinamiza o BI analítico, ao passo que o BI analítico direciona as iniciativas operacionais, e são estas iniciativas operacionais que acabam por ter impacto na agilidade, na produtividade, na rentabilidade e no lucro de uma empresa.

Comecemos por analisar o BI estratégico. O principal objetivo deste nível de Business Intelligence é impulsionar o desempenho geral da empresa. Após definida e aceita a estratégia pela administração, várias funcionalidades são utilizadas, como mapas estratégicos, scorecards, relatórios, com o intuito de transmitir a estratégia aos colaboradores na forma de objetivos mensuráveis. Por outro lado, para verificar o sucesso da estratégia traçada, são analisados vários fatores cruciais, como índices de satisfação de clientes, quotas de mercado, margens de lucro, entre outros, que revelarão o progresso, ou falta dele, no sentido de alcançar os objetivos traçados. Desta forma, o nível do BI estratégico concentra-se no monitoramento do desempenho e da realização dos objetivos.

Assim que a estratégia estiver definida, é hora de começar a trabalhar o BI analítico. Enquanto o BI estratégico define as medições de desempenho essenciais, o BI analítico é utilizado para identificar a origem dos problemas assim que eles forem descobertos. Por exemplo, se os lucros estiverem em queda ou se os índices de perda de clientes estiverem em alta, através do BI analítico as empresas poderão investigar que fatores estão na origem destes resultados. É possível, neste nível, identificar e isolar os problemas que constituem um obstáculo ao desempenho da empresa sob múltiplas perspectivas. Os resultados obtidos nas atividades analíticas são os que dirigem as iniciativas operacionais. O BI operacional aciona a resolução dos problemas impeditivos do desempenho com iniciativas na forma de aplicações de BI para melhoramento de processos.

Desta forma, proporciona ferramentas para as decisões do quotidiano, que acontecem nos níveis inferiores das organizações, com vista a alcançar os objetivos estratégicos. Estas iniciativas poderão automatizar processos, dar poder de decisão a funcionários, monitorar o desempenho das iniciativas, assim como disponibilizar imediatamente informação operacional relevante, tendo um impacto direto na capacidade que a empresa tem para atingir os mais variados objetivos, como aumentar as vendas ou a rentabilidade.

Como podemos verificar há uma articulação dos três níveis de BI, sendo este o cenário ideal para o seu funcionamento. Muitas das iniciativas de BI falham, ou não dão os resultados esperados, porque as empresas adquirem, implementam ou utilizam o seu software de Business Intelligence sem compreenderem este ciclo e a importância do seu funcionamento. Não significa que cada uma das três partes não funcione isoladamente ou que a concentração em apenas uma das facetas não trará resultados positivos. Mas será a articulação do conjunto destes três níveis que dará a máxima rentabilidade às ferramentas de BI.

Fonte: CIO

Enquanto o setor amadurece, ainda precisa enfrentar barreiras, em especial, em relação aos custos de gerenciamento.

“Estamos prestes a ter uma ruptura na forma de comercialização de software”, prevê o professor Fernando Meirelles, da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Para ele, os sintomas mais evidentes dessa transformação é o avanço do SaaS (software como serviço), observado durante 2009. Ambos, na opinião do pesquisador, resultados de uma “grande insatisfação do usuário com as opções atuais de oferta”.

Os especialistas consideram que SaaS faz parte do caminho de amadurecimento da oferta de recursos para cloud computing (computação em nuvem). O movimento da indústria confirma essa perspectiva. Entre meados de 2009 e o início de 2010, IBM, SAP, Oracle e Totvs começaram a comercializar alguns de seus programas como um serviço remoto. Até a Microsoft lançou em abril sua plataforma de nuvem para hospedar aplicações, com o Windows Azure, e colocou à venda, como serviços, soluções de colaboração e mensagens – o BPOS-Business Productivity Online Suite.

De forma geral, contudo, e em especial na faixa de aplicações complexas, o modelo de SaaS e as promessas de nuvem ainda recebem críticas e precisam superar problemas, como preços nem sempre competitivos (a taxa mensal do serviço pode chegar a duas vezes o da licença, segundo analistas e CIOs) e, principalmente, custos escondidos de gerenciamento. “Ninguém tem ideia de qual será o modelo que vai vingar. De um lado, há usuários bravos com o modelo tradicional; de outro, baixa aceitação às novas propostas”, analisa Meirelles.

O professor da FGV-SP garante que tem visto de tudo, até contratos de risco, nos quais, se não for obtida a economia prometida pelo fabricante, por exemplo de 20%, o cliente só paga 80% do valor acertado. “Mas não tem jeito, ou o usuário reduz o nível de serviços, ou vai pagar mais lá na frente, na governança e na gestão”, alerta o especialista.

Nem tudo são flores no mercado de SaaS. Um estudo do Gartner, por exemplo, chama a atenção para os custos escondidos na contratação de CRM como serviço. O levantamento diz que muitos fornecedores cobram mensalidades parecidas, mas têm termos e valores muito diferentes quando se trata de níveis de serviço, garantias de testes, tempo de resposta, storage, segurança e manutenção.

Na opinião do gerente de pesquisas corporativas da IDC Brasil, Reinaldo Roveri, os eventuais desequilíbrios devem ser superados em quatro ou cinco anos, quando a computação em nuvem se tornar competitiva.

Fonte: CIO

QlikView é conhecido como o pioneiro na in-memory BI. Essa tecnologia é importante para o BI por razões de desempenho. Mas o in memory não é tudo o que essa plataforma oferece. Conheça alguns pontos importantes que tornam a plataforma QlikView Business Discovery singular:

  • Mantém os dados na memória para vários usuários, agilizando a experiência. QlikView possui todos os dados necessários para análise na memória, onde está disponível para a exploração imediata pelos usuários. Usuários não perdem tempo com esperas, o QlikView executa os cálculos de forma imediata para entregar as agregações de pedidos. O segredo é a forma como o QlikView executa os cálculos, feitos rapidamente. QlikView é um ambiente multi-usuário distribuído; ele armazena cálculos comuns e compartilha isso entre os usuários – os cálculos não precisam ser refeitos cada vez que alguém precisa deles.
  • Mantém associações nos dados automaticamente. O mecanismo de inferência do QlikView permite a experiência associativa. Este motor mantém automaticamente as associações entre cada pedaço de dados de todo o conjunto usado em um aplicativo – nem os desenvolvedores nem os usuários finais têm de manter as associações. Como resultado, os usuários não são limitados a relatórios estáticos. Em vez disso, eles podem navegar por seus dados para cima, para baixo e para os lados, explorando-o da maneira que quiser.
  • Calcula agregações precisar quando necessário. O QlikView calcula agregações no ponto exato com base nas seleções que o usuário faz. Como resultado, os usuários não são limitados aos cálculos pré-definidos (e, portanto, idéias pré-concebidas com base em dados feito por TI). Os usuários podem definir o que ver ou tipo de insight que eles querem. O QlikView calcula dinamicamente a resposta.
  • Comprime os dados a 10% do seu tamanho original. QlikView consegue uma redução significativa no tamanho dos dados utilizados para análise através de um dicionário de dados (uma tabela hash) e usando apenas o número de bits necessários.  Como resultado, o QlikView pode ser escalado para lidar com conjuntos muito grandes de dados sem aumentar o investimento em hardware.
  • Otimiza a potência do processador. O QlikView distribui cálculos em todos os núcleos disponíveis para maximizar o desempenho experimentado pelo usuário. Ao contrário das tecnologias que simplesmente fazem “suporte” de hardware, o QlikView é otimizado para aproveitar ao máximo todo o poder do hardware multi-processador, maximizando o desempenho e os investimentos em hardware.
    Fonte: Qlikview

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A GS&MD – Gouvêa de Souza anunciou os resultados do 2º Estudo Global Neoconsumidor, realizado em 15 países, incluindo o Brasil, em parceria com o Ebeltoft Group. A principal constatação é que 96% dos internautas brasileiros já realizaram compras pela Internet, o que coloca o Brasil no topo do ranking do consumo digital. A média mundial é de 90% e quase não cresceu nos últimos dois anos. Em 2009, na primeira edição, o índice do Brasil foi de 92% e a média dos demais países, 88%.

Segundo a pesquisa, os consumidores internautas estão mais confiantes e dispostos a aderir ao comércio eletrônico. Se, em 2009, 64% consideravam a Internet um ótimo ambiente de compras, este ano o número chegou a 71%. Mesmo aqueles que ainda não experimentaram a compra via Internet, no Brasil, 59% preferem tocar o produto antes da aquisição, 48% receiam fornecer informações bancárias na rede, 37% valorizam o contato pessoal com o vendedor, 41% evitam passar informações pessoais e 41% têm medo de não receber o produto após o pagamento.

O estudo revelou que, em 2009, 49% dos internautas verificavam as informações on-line e compravam na loja física; em 2011 esse número saltou para 84%. Uma importante comprovação é que, embora o comércio eletrônico esteja em pleno crescimento, o consumidor continua valorizando a loja física.

Por outro lado, o consumidor está cada vez mais bem informado e disposto a pesquisar antes de tomar sua decisão de compra. Prova disso é que hoje 81% dos internautas brasileiros utilizam sites de comparação de preços, contra 73% em 2009.

O grande destaque ficou por conta das compras coletivas. Desconhecidas em 2009, hoje já conquistaram 51% dos consumidores no Brasil. Nos demais países, somente 28% experimentaram essa modalidade. Apenas 1% dos entrevistados brasileiros afirma nunca ter ouvido falar, enquanto nos outros 14 países foram 18%.

 

Fonte:decisionreport

 

 

 

 

 

 

 

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